sábado, 3 de setembro de 2011

Poesia entre luz e sombra

No livro, o poeta revela contrastes temáticos entre o passado e o presente, o sombrio e o alegre (MAURI MELO)
O escritor cearense Luciano Maia lança o livro de poesias inéditas Claroscuro, abordando a passagem do tempo e a preocupação com o planeta
 
Em troca de correspondências com o jornalista e poeta baiano Ildásio Tavares, falecido no ano passado, o poeta Luciano Maia descobriu algo no seu estilo poético, que até então não tinha percebido. Suas principais poesias revelavam contrastes temáticos entre a distância e o encontro, o passado e o presente, o sombrio e o alegre. “São opostos bem próximos ao neobarroco. Era algo que estava ali na minha poesia, mas que ainda não tinha racionalizado”, confessa. A constatação das dicotomias conduziu ao título do último livro de Luciano Maia.

Claroscuro é uma referência direta ao “chiaroscuro”, técnica inovadora da pintura do renascentista Leonardo da Vinci, que foi aperfeiçoada pelos pintores barrocos, com o propósito de definir o contraste entre luz e sombra na representação de um objeto. Nas 68 poesias que compõem o livro, há um desdobramento de tudo aquilo que Luciano Maia já colocava em prática em obras anteriores. “Trato a poesia com lirismo, com temas que também demonstram preocupação com o planeta”, afirma Luciano. 

No prefácio, uma carta do professor Raúl Lavalle, da Universidade Católica da Argentina, dimensiona a predileção de Maia por poesias que abordam a passagem do tempo, o mar real ou figurado, a cultura latino-americana. “Sou amigo de Lavalle, desde 98. Ele leu os originais e pediu que escrevesse a apresentação do livro em forma epistolar”, contextualiza Maia. 

Uma das características da poesia de Luciano é a musicalidade. Seu livro Jaguaribe – Memória das Águas (1982) foi relançado no ano passado e musicado por Rodger Rogério. “A poesia tem ritmo interno, assim como a música tem seu ritmo interior que exteriorizado em som”, pontua. Maia confirma que é adepto do decassílabo e que sua poesia tem uma preocupação formal. “Posso me considerar um fanático pelo soneto. Meu verso é medido e sem firulas”. 

Além de poeta, ensaísta e tradutor, Luciano Maia é professor do curso de Direito da Universidade de Fortaleza (Unifor). É titular da cadeira 23 da Academia Cearense de Letras e membro da Academia Cearense de Literatura e Jornalismo. Seus principais livros são Seara (1986), Nau Capitânia (1987), Os Quatro Naipes (1989), Vitral com Pássaros (2002), Pátria dos Cataventos (2007) e Mar e Vento (2009). 

Camila Vieira
camilavieira@opovo.com.br

Sardinha se destaca na mesa


Caponga atrai visitantes e veranistas, com a realização de mais uma nova edição do Festival da Sardinha

Fortaleza. Uma iniciativa que objetiva, sobretudo, alavancar o turismo na baixa estação, tendo em vista o destino para o período da alta. Essa é uma das metas que está sendo alcançada nas edições do Festival da Sardinha, que acontece na Caponga, em Cascavel.

Dos dias 9 a 11, acontece a quarta edição, que este ano terá envolvimento das mulheres e filhos e dos próprios pescadores, além de todo o trade local. O evento contará com uma intensa programação cultural, gastronômica, turística e ambiental, com atividades tanto acontecendo durante o dia, quanto à noite.

O presidente da Associação dos Empreendedores de Turismo, Artesanato e Cultura (Assetuc), Mamede Rebouças, disse que a ideia tem ganhado corpo ao longo do tempo. "Hoje, realizamos uma atividade que destaca a região como destino turístico, e ressaltamos a sardinha como elemento importante da culinária, quando no passado esse pescado era utilizado apenas como isca para peixes maiores", disse Mamede.

Como uma grande festa, em que todos colaboram para realçar o brilho, garçons e operadores de hoteis e pousadas são treinados nos receptivos, mulheres recebem cursos de receitas com o pescado e os filhos participam de oficinas de desenhos, que acabam ornamentando as velas das embarcações dos pais pescadores. Com isso, conforme salienta Mamede, as atividades são complementadas com cursos e oficinas de capacitação na área de gastronomia, artesanato e qualidade no atendimento ao público.

A 4ª edição do Festival da Sardinha terá no seu planejamento de produção um trabalho especial destinado à preservação e educação ambiental. Oficinas de material reciclável, blitz ecológica, campanha de limpeza na praia com cortejo multicultural e todo um sistema de coleta seletiva do lixo gerado pelo festival.

Mamede lembra que no início foi visto com desdém, porque se tinha imagem equivocada que "sardinha era comida de pobre". Com o desafio de desmistificar esse conceito, os festivais foram pródigos em apresentar novas receitas, como moquecas, tortas, lasanhas, ao molho de maracujá, acarajés, dentre outras iguarias.

A diretora executiva do Festival da Sardinha, Katiuce Rodrigues, explicou que a sardinha é uma grande aliada da saúde por conter a substância ômega 3. Além da sua riqueza nutritiva, é também um pescado saboroso. A sua pesca, realizada principalmente nos meses de junho, julho e agosto, nas embarcações denominadas paquetes, representa um momento de grande movimentação social dentro da cidade.

No período de pesca, durante a noite, comerciantes, veranistas, visitantes e a população em geral, se reúnem no calçadão da beira mar da Caponga para comprar o peixe.

"A proposta do festival é justamente integrar toda essa bagagem cultural, gastronômica e social da sardinha como forma de divulgar e valorizar o pescado que foi de isca a prato principal, após a realização do primeiro festival", afirma Katiuce. Hoje o Festival da Sardinha é um projeto com grande repercussão no Litoral Leste e de fundamental importância para o desenvolvimento turístico da região. Em sua 4º edição, o projeto que envolve gastronomia, arte e música reafirma seu objetivo de contribuir para o engrandecimento da sardinha, pescado típico da região, agregando valor ao produto final, além da preservação e valorização dos costumes e tradições da comunidade local.

Atrativos
Cascavel é conhecida por ter a maior e mais popular feira livre do Ceará, marca registrada do Município, que atrai comerciantes e turistas de todo o Estado para conhecer e adquirir produtos da sua rica e diversificada expressão cultural, principalmente no uso do barro e do cipó.

Localizado a 60km de Fortaleza, o Município, além da feira, possui um litoral com praias de rara beleza, no encontro do rio com o mar em Águas Belas, nas vilas de pescadores, onde as expressões culturais que são mantidas há séculos como a pesca artesanal com jangadas, reisados, artesanato em renda, barro e cipó, regatas de paquete e jangadas, danças do coco, capoeira, bandas de fanfarra, quadrilhas juninas e a culinária com suas peixadas e pratos com frutos do mar.

Litoral Leste
"Forte apelo cultural integrado ao valor gastronômico da sardinha. Além disso, a proposta de preservação do meio ambiente e o resgate das tradições dos seus habitantes, fazem com que o evento se configure no cenário ideal para a realização do 4º Festival, promovendo a cultura, gastronomia, turismo e meio Ambiente no litoral leste", avalia Katiuce.

Entre as atividades que antecederam o Festival, destacou-se o Concurso de Desenho, que visou a contribuir para o processo de mudanças de atitude nas crianças e jovens. Foi destinado a alunos das escolas municipais da Caponga e teve como tema "A Sustentabilidade Econômica do Turismo para a Comunidade da Caponga".

Crescimento
26 embarcações atuam hoje na pesca da sardinha na Praia da Caponga, em Cascaval, quando antes havia apenas três barcos. O crescimento ocorreu nos últimos sete anos

MAIS INFORMAÇÕES
Associação dos Empreendimentos Turisticos de Cascavel (Assetuc) - Telefone: 9995-0925
Assetuc@hotmail.com


MARCUS PEIXOTO 
Repórter

Sobral é o destaque do Vale do Acaraú


A cidade, considerada de médio porte, possui uma população estimada em 200 mil habitantes

Em 245 anos de criação, Sobral é, realmente, o maior destaque do Vale do Acaraú,pelo rico patrimônio cultural, histórico, desportivo e religioso. As belas igrejas e os inúmeros casarões preservam o estilo dos séculos vividos, associados aos museus com diferentes temas como a teoria da relatividade e as artes sacras e contemporâneas. A cidade, considerada de médio porte, possui uma população estimada em 200 mil habitantes, em sua maioria residente na área urbana, e é detentora de uma riqueza turística nas áreas religiosa, de eventos, científica, esportiva e cultural.

O município está encravado num espaço de 2.123 Km2 do vale e vive um clima de 22 a 33 graus centígrados e detém quase uma dezena de reservatórios d’água que são os responsáveis pelo abastecimento da população. Em seu território localiza-se o Parque Ecológico da Lagoa da Fazenda e Floresta Nacional de Sobral.

Na sede, cinco agências bancárias dão suporteà sua vocação econômica que varia entre a agricultura, criação de animais e suas culturas derivadas, fabrico de laticínios, conservas, sucos de frutas e hortaliças. É considerada uma das cidades que lideram um percentual forte nas áreas de saúde, educação e infraestrutura, tanto que a taxa de alfabetização de seus moradores se aproxima dos 76 pontos percentuais e a de escolaridade média chega os 60 %, com a do fundamental atingindo os 99 por cento.

A Universidade do Vale do Acaraú tem sua reitoria lá instalada, oferecendo vários cursos no âmbito superior. Cinco hospitais dão suporte à saúde dos sobralenses e das cidades circunvizinhas e as pesquisas demonstram que seus quase 40 mil domicílios possuem os devidos serviços públicos.

Contudo, o forte mesmo de seus moradores responde pelo quesito cultural. O patrimônio histórico é composto pelo Centro Histórico, e o Teatro São João e dois cinemas. O centro de convenções e três museus são os equipamentos culturais e muitas são os festejos popularescomemorados na cidade, dentre os quais, a realização anual da Exposição Agropecuária e do dia do município.
É, portanto, uma grande diversidade de atrativos. Suas belezas começam pelo Arco do Triunfo, majestosamente localizado na entrada principal da urbe, e passam pelos casarios e antigos sobrados, igrejas seculares e o famoso conjunto do Teatro São João que são o testemunho de uma boa parcela histórica do Ceará. Outra bela paisagem que oferece é a margem do rio Acaraú que propicia uma praia virtual que, junta por obras desenvolvimentistas realizadas por continuadas administrações, tornam-na um cartão postal e um marco da beleza municipal.

Há que se destacar o lado “curioso” da Princesa do Norte que se localiza exatamente no centro nervoso do seu comércio que é o famoso “Beco do Cotovelo”, local onde se pode tomar conhecimento de tudo o que acontece nos meios sociais e políticos da cidade, em poucos minutos. É um ponto por demais agradável.

Para o visitante, Sobral oferece bons hotéis, pousadas, clubes sociais, restaurantes e bares, um estádio e uma diversidade de “points” de diversão que têm de um tudo para o lazer sadio e gostoso para ser desfrutado, também, em praças e logradouros públicos bem equipados e devidamente arborizados para minorar o calor que predomina durante o dia. Um completo setor de comunicação faz parte do receptivo.

Sobral é privilegiada por sua localização geográfica. Dista 230 Km. de Fortaleza, 120 do litoral de Camocim, 70 da Chapada da Ibiapaba e sua área de proteção ambiental, 16 da serra da Meruoca e 170 de Jericoacoara. Para seu acesso, a BR – 222 é a principal via terrestre.

 Por Hélio Rocha Lima

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

A Vatá é coisa nossa

Para o desenvolvimento das novas montagens, Valéria Pinheiro brincou com todas as referências conquistadas ao longo dos últimos 10 anos (FOTO DIVULGAÇÃO)

Coletivo de cenas e sons comandado por Valéria Pinheiro completa 10 anos de atuação nos nossos palcos. A festa tem programação ampla e conta com a estreia de quatro novas montagens

Valéria Pinheiro nasceu em Juazeiro do Norte, correndo atrás de reisados, e carrega o sertão no DNA. Aos cinco anos, foi com a família para Manaus e de lá passeou pelo mundo. Morou no Rio de Janeiro e Nova York, viajou pela Europa, África e Ásia. Formou-se engenheira civil e com o diploma na mão foi ser artista no Rio de Janeiro. Em 2000, ancorou em Fortaleza e no ano seguinte transformou a Cia. Vatá, que iniciara ainda no Rio, numa companhia de brincantes genuinamente cearense, como ela define. Neste ano, o grupo completa uma década contada a partir de sua gênese em terra natal e Valéria comemora bodas de prata como coreógrafa. Para celebrar, depois de três anos de gestação, quatro espetáculos inéditos serão montados entre setembro e outubro.

Mo ky bu ‘sta? (Como você está?) é o mais experimental de todos, resultado de uma temporada na África que instigou o grupo a pensar sobre instabilidade. São Bento Pequeno reúne os dançarinos-brincantes da companhia e o núcleo de capoeira do Teatro das Marias, a sede da Cia Vatá que virou Ponto de Cultura do Governo Federal. Cartas do Asilo parte da biografia de Camille Claudel, a famosa amante de Rodin internada num manicômio mesmo sã. E, por fim, Anos Loucos, uma experiência diferente para o grupo: um musical sobre os anos 1920. As comemorações incluem ainda um documentário longa-metragem que “edita poeticamente” todos os registros audiovisuais de Valéria e da Cia. Vatá nos últimos 20 anos e um CD com músicas das trilhas sonoras da companhia, sempre originais.

As andanças de Valéria foram fundamentais para o que ela mais gosta de fazer: pesquisar. Encontrar novas leituras e conexões entre a cultura popular cearense, o resto do mundo e a contemporaneidade e mostrar o resultado no palco, usando o corpo, a música e a cenografia. “Sempre fomos uma companhia de pesquisa das manifestações tradicionais achando pontes para o contemporâneo. Depois desse tempo fora, quando cheguei, entendi que as tradições caririenses, os reisados, as bandas cabaçais, me conectavam com o mundo. Consigo achar conexões com o que vejo no Japão, na Índia, na África”, diz Valéria.

A primeira montagem, Brasil de Todos os Ritmos, foi resultado de um mergulho na poesia de Patativa do Assaré e Anselmo Vieira, o cordelista que falava de êxodo e seca com bom humor. No palco, Valéria fundiu o xaxado e o baião ao sapateado clássico. Já de saída, a Cia. Vatá mostrou a que veio. Valéria aprendeu os primeiros passos de sapateado com o xaxado marcado do pai e dominou a técnica com as aulas de tap dance nos Estados Unidos. Os primeiros espetáculos da Cia. Vatá tinham até o sapato de sola metálica. “O sapateado ainda é um elemento forte, mas hoje não assume mais o sapato que amplifica sons. Ele inquieta em outros lugares, no corpo, na música”, explica Valéria.

Depois da estreia, a companhia trabalhou em cima da trilogia Bagaceira: A Dança dos Mestres, A dança dos Orixás e A dança dos Ancestrais. Com os três, viajou pelo Brasil e pelo mundo, ganhou prêmios e se consolidou como um grupo fundamental para o cenário da dança cearense. “Valéria criou um teatro, um projeto e trabalha com o que é da gente, com o regional, mas recria isso numa linguagem original. Veja o sapateado que ela trouxe, é uma coisa bem ‘disseram que voltei americanizada’, mas ela torna isso tão nosso! É uma motivação para que outros trabalhos sejam construídos”, elogia David Linhares, organizador da Bienal de Dança Internacional do Ceará, que vê em Valéria uma “mãe parideira de outras companhias”.

Quem

ENTENDA A NOTÍCIA

Depois de anos fora do Ceará, fortalecendo uma bagagem expressiva na dança, sobretudo com o sapateado, Valéria Pinheiro voltou ao ninho há 10 anos. Aqui, fundou a Cia. Vatá, se reinventou como artista e criou uma nova cena

SERVIÇO

MO KY BU ‘STA
Quando: estreia neste sábado, às 20 horas, no Sesc Iracema (Rua Boris, 90c - Praia de Iracema). Fica em cartaz nos dias 4, 10 e 11 de setembro, no mesmo horário e local. Ingressos: R$10 (inteira) e R$ 5 (meia)
Outras info.: 3525 2215.

SÃO BENTO PEQUENO
Quando: estreia neste domingo, no Teatro das Marias (Rua Senador Almino, 233 - Praia de Iracema). Fica em cartaz todos os domingos de setembro, às 20 horas. Ingressos: R$10 (inteira) e R$ 5 (meia)
Outras info.: 3219 4939.

CARTAS DO ASILO e ANOS LOUCOS
Quando: estreia programada para outubro.

Mariana Toniatti
marianatoniatti@opovo.com.br

Fonte: O Povo

Secult Mostra encerra ciclo de Encontros Regionais

O Secult Mostra: I Encontro Regional de Cultura com Gestores Municipais e Sociedade Civil concluiu o ciclo de debates nas 14 macrorregiões. O encerramento aconteceu no município de Icó, abrangendo todo o Vale do Salgado, nesta quinta_feira (01), no Teatro Ribeira dos Icós, com diálogos à gestores e atores da cultura.

Visualizando a realização de uma rede que irá interligar todos os sistemas culturais do país em uma única plataforma cultural, o Sistema Nacional de Cultura, a Secult tem divulgado a importância desse movimento, que parte da consolidação do CPF da cultura ( Conselho, Plano e Fundo de Cultura) dos municípios, como estrutura básica, para que se estabeleça o repasse de recursos do governo federal.

Dentro da perspectiva de desenvolvimento do campo da cultura, a secretaria adjunta Maninha Moraes, pontua que, “esse é um tema de constante diálogos, que permeia a intersetorialidade das políticas públicas, sendo este, um momento de reflexão – de estabelecermos a cultura como prioridade e de termos a consciência da importância de trabalharmos e caminharmos na direção do desenvolvimento socioeconomico do Estado, por meio da instrumentalização da cultura”. A Secretaria conclui que: “esse caminho a percorrer, faz parte do entendimento dos gestores das três esferas do governo federal, estadual e municipal – incluindo a realização do CPF da cultura(Conselho, Plano e Fundo da Cultura), por parte dos municípios, que passa a ser a identificação e a ponte para que estejam interligados ao SNC - nivelando seus sistemas culturais, de acordo com que as diretrizes do MINC”.

A Secretaria da Cultura de Icó, Jequélia Maria Alcântara, afirma que a administração municipal tem um forte compromisso com a cultura, e que a partir dessa compreensão, o município busca o fortalecimento cultural no diálogo proposto pela Secretaria da Cultura do Estado do Ceará , ”porque sozinhos os municípios não conseguem articular a cultura - é preciso que se estabeleça essa parceria”. Espera a Secretária, que o governo federal e do estado venham dar apoio as ações integradas que estejam a altura do nosso patrimônio cultural.

Concluído o ciclo de diálogos nas 14 macrorregiões do Estado, a Secretaria da Cultura do Estado do Ceará(Secult) disponibiliza no site da Secretaria as informações sobre as Conferencias Municipais de Cultura para que, à partir desse momento, os municípios se apropriem da temática do desenvolvimento de seus sistemas culturais, que seguiram ao encontro do Sistema Nacional de Cultura.

Sobre o Secult Mostra:

O Secult Mostra: I Encontro Regional de Cultura com Gestores Municipais e Sociedade Civil, objetiva apresentar à sociedade e gestores culturais, as ações da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult), abrindo assim, um espaço de diálogos e discussão para a construção das políticas públicas culturais, de forma compartilhada, visualizando a adequação dos sistemas municipais para a implantação do Sistema Nacional de Cultura, alinhada com as diretrizes do Ministério da Cultura.

Saiba mais sobre o SNC:

Sistema Nacional de Cultura é um Instrumento de articulação, gestão, informação, formação, fomento e promoção das políticas públicas de cultura com participação e controle da sociedade civil, envolvendo três poderes públicos. Sendo o principal articulador federativo do Plano Nacional de Cultura (PNC) que estabelece mecanismos de gestão compartilhada entre entes federados da sociedade civil. (fonte MINC)

Pontos de Cultura presente:
Ponto de Cultura Fundação Social Raimundo Fagner.
Ponto de Cultura Associação do Desenvolvimento Cultural de Felizardo – ADECOF
Ponto de Cultura Associação de Apoio ao Protagonismo Juvenil – APJ
Ponto de Cultura Centro Social de Orós
Ponto de Cultura Maria Bonita
Ponto de Cultura Criativa Musical

Fonte: Secult-Ce