sábado, 24 de junho de 2017

Paróquia de Celsolândia

  

 O topônimo CELSOLÂNDIA foi criado pelo escritor Nicodemos Araújo. Quer dizer terra (lândia) de Celso (um dos primeiros moradores do lugar, outrora chamado Tapera). Recorrendo aos documentos que registram a história de Celsolândia, localidade pertencente ao município de Acaraú, em 1902 a antiga capela de São João Batista fora construída no paroquiato do padre Antônio Tomaz, príncipe dos poetas cearenses, e pároco da freguesia de Nossa Senhora da Conceição. A referida capela ficava situada no rincão denominado Tapera. Ali construída, em 1902, pelo capitão Sabino Lopes de Araújo Costa, e demolida em 1966 devido às enchentes.
Local da antiga Capela de São João Batista em Tapera
 Trazida a imagem de São João Batista das margens do rio Acaraú (Canema) para as margens da estrada, deu-se início a reconstrução em Celsolândia, sendo os trabalhos efetuados pelos senhores: Epitácio Rodrigues Araújo, Manoel Gonçalves de Carvalho e Antônio Geraldir Silveira, sob a supervisão do Pe. Odécio Loyola Sampaio, pois que a partir de 1940 sendo erigida a paróquia de Bela Cruz, antes pertencente a Acaraú, a capela de Tapera, agora Celsolândia, fica ligada a paróquia recém- criada.
 A bênção da nova capela ocorreu no dia 29 de agosto de 1970 pelo pároco supracitado.
 O tempo transcorreu e após longos anos sendo capela de Bela Cruz com os párocos: Pe. Odécio Loyola Sampaio, Pe. Manoel Rômulo Rocha e Pe. João Batista Vasconcelos, Celsolândia é desmembrada de Bela Cruz no profícuo governo de Dom Fernando Saburido. Durante o ano de 2008 a capela de Celsolândia retorna aos cuidados da paróquia de Nossa Senhora da Conceição – Acaraú com Mons. Edson Magalhães.
 Em 2009, observando o avanço dos irrigantes vindos de outras cidades, a Diocese viu a necessidade de atender melhor pastoralmente a região em torno de Celsolândia, por isso, no dia 16 de julho de 2009, foi criada a Área Pastoral de Celsolândia sendo devidamente erigida aos nove dias do mês de agosto do mesmo ano, agregando 03 capelas pertencentes à paróquia de Acaraú (Vila Progresso, Caboclinhos e Cajueiro do Boi) e 07 capelas desmembradas de Bela Cruz (São José, Bom Jesus, Lagoa do Carneiro, Capão, Alpargatas, Pedrinhas e Varjota e algumas comunidades pertencentes ao município de Acaraú (Telhas, Queimadas, Córrego dos Fernandes).
 Na ocasião tomou posse na solene celebração eucarística presidida por Dom Fernando Saburido (arcebispo eleito para Recife e Olinda) e Mons. José Edson Magalhães, então pároco de Acaraú, o neo sacerdote João Robson Cabral, ordenado aos 11 dias do mês de julho de 2009. A praça da capela de Celsolândia estava repleta de fiéis vindos das quatorze comunidades pertencentes à nova Área Pastoral e da matriz de Acaraú para receber o primeiro administrador da Área. Muitas faixas trazidas pelas comunidades davam boas-vindas ao padre Robson com uma mensagem de acolhida. Na ocasião foi lida a ata de referência da nomeação de padre Robson para a missão de Vigário Paroquial da Área.
Assim versa parte do documento de nomeação: “Atendendo a necessidade de nomear um Vigário Paroquial para a Paróquia de Nossa Senhora da Conceição da cidade de Acaraú e Diocese de Sobral, e tendo em vista as qualidades que concorrem na pessoa do revmo. Pe. João Robson Cabral havemos por bem nomeá-lo, como, de fato, por esta nossa provisão.
 O nomeamos Vigário Paroquial da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição para a Área Pastoral de Celsolândia, em conformidade com o Cânon 545, do Código de Direito Canônico”.
Vivendo as primícias do sacerdócio, padre Robson tomando a palavra disse a que vinha: “não vim aqui para ensiná-los, mas para aprender e fazer uma revolução através da evangelização. Sejamos amigos!”

Galeria dos ex-párocos:
Padre Antônio Tomaz, príncipe dos poetas cearenses – pároco de Acaraú, quando foi erigida a capela de São João Batista – Tapera (Celsolândia), 1902.
Mons. Sabino Feijão – Pároco de 1933 até 1940 atendendo Celsolândia.
Padre Odecio Loyola Sampaio – primeiro pároco de Bela Cruz, cuja capela de Celsolândia foi agregada a esta paróquia a partir de 1940.
Padre Manoel Rômulo Rocha – 2º pároco de Bela Cruz atendendo em Celsolândia – de 1999 a 2004.
Padre João Batista Rodrigues Vasconcelos – 3º pároco de Bela Cruz – de 2006 a 2011. Neste período a capela de Celsolândia (futura Área Pastoral) e demais comunidades já se encontravam pertencendo ao Acaraú.
Mons. José Edson Magalhães – 5º pároco de Acaraú, em 2008 quando Celsolândia volta a ser capela da referida paróquia (apenas por 02 anos).
Padre João Robson Cabral – 1º administrador da Área Pastoral São João Batista – Celsolândia – Acaraú-Ce. Tomou posse no dia 09 de agosto de 2009 ficando até 29 de janeiro de 2017.



quinta-feira, 8 de junho de 2017

Rita Cruz



Natural de Acaraú- CE. Filha de José Neilson Couto Cruz e Maria de Jesus Martins Cruz.  Pedagoga,  pos-graduada em Educação Infantil,  escritora, poeta, cordelista e contadora de histórias,  colaboradora no Ateliê de Contaçao de Histórias,  Encantamentos e Outros Segredinhos da Daluzinha Avlis, membro da Sociedade dos Poetas Vivos e Afins do RN (SPVA), membro da Associação Cultural da Estação do Cordel/RN, membro da  Casa do Cordel/RN.

Foto: Facebook

quarta-feira, 7 de junho de 2017

César Augusto Mello



Nasceu no dia 13 de outubro de 1966 na cidade de Acaraú Ceará no Hospital e Maternidade Dr Moura Ferreira, filho de Agostinho de Araújo Melo natural de Espraiado Acaraú e D. Philomena Pereira de Melo natural de Lagoa Salgada Acaraú.

Deu inicio aos estudos em 1971 no Grupo Escolar Padre Antônio Tomás concluindo o jardim da infância em seguida sua mãe lhe matriculou na Escola Tomás Pompeu de Sousa Brasil onde permaneceu até 1978, quando foi transferido para o Ginásio São José onde estudou até a 7ª série.   

Em 1980 com a morte de seu pai teve que abondonar os estudo não concluindo o ensino fundamental. Em 1984 casou-se com a jovem com Francisca Marques dos Santos com quem teve 5 filhas logo, em seguida 1985 serviu o Exército no TG 10. 018.

Trabalhou por algum tempo como garçon, mais há muito tem prestado serviço ao municipio como guarda municipal concursado do primeiro concurso.

Apesar de pouco estudo mais sempre um apaixonado pela leitura adquiriu conhecimento através da mesma que o incentivou a escrever literatura de cordel poesias populares, buscou os costumes de sua terra e de seu povo e hoje presta homenagens e faz dedicatórias para aqueles que mais têm contribuido para o bom andamento do nosso municipio. Hoje com algumas dezenas de cordeis que contam histórias dessa terra também, outras que adverte a população contra o uso de drogas. Vem fazendo palestras gratuitamente nas escolas. Crente pentecostal da Assembléia de Deus Templo Central de Acaraú.

Foto: Facebook

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Gyl Giffony


Ator, encenador, produtor e pesquisador nas áreas do teatro, organização da cultura e direitos culturais. Membro da Inquieta Cia. (Fortaleza/CE), e do Instituto Brasileiro de Direitos Culturais (IBDCult). Doutorando em Artes da Cena pela Universidade Estadual de Campinas-Unicamp, onde desenvolve a pesquisa "O LUGAR INVOCADO - Teatro, espaço e memória da violência política na América Latina". Mestre em Memória Social pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), tecnólogo em Artes Cênicas (CEFET, atual IFCE) e bacharel em Direito (UNIFOR). Paralelamente fez cursos, oficinas e intercâmbios com Grupo Cultural Yuyachkani (Peru), LUME Teatro (São Paulo), Ernesto Martínez Correa (Colombia), Grande Cia. Brasileira de Mysterios e Novidades (Rio de Janeiro), Sérgio de Carvalho (São Paulo), Antônio Guedes (Rio de Janeiro), Juliana Manhães (Rio de Janeiro), Pablo Assumpção (Fortaleza), Ângela Escudeiro (Fortaleza), entre outros. Também foi aluno da primeira turma da Escola Pública de Teatro da Vila das Artes – Prefeitura Municipal de Fortaleza.

Em teatro, participou como ator das montagens “O Maligno Baal, o Associal” (direção de Ângela Moura), “Curtas n° 1” e “Aniversário de Casamento” (direção de Silvero Pereira), “O Guarani” e “O Mundo de Flora” (direção de Jadeilson Feitosa), “A Semente” (direção de Joca Andrade), "Devorando Heróis - A tragédia segundo os Pícaros" (Direção de Murillo Ramos) e “Metrópole”, em que atua também como encenador, “Esconderijo dos Gigantes” e “PRA FRENTE O PIOR". Dirigiu ainda em 2014 a montagem “Prometeu”, do “Habitat de Atores – Núcleo para a tua ação”. Anteriormente, desempenhou a função de assistente de direção dos solos “As Rosas”, de Jacqueline Peixoto, e “Da Paixão Sobre Borboletas – Uma História Desconstruída”, de Murillo Ramos.

Em audiovisual, compôs o elenco dos curtas “Diante da Lei”, de Alysson Lacerda, e “Ninja Animal”, de Walmick Campos, tendo ainda realizado vídeos publicitários e institucionais.

No campo da organização da cultura, tem experiências em produção, gestão, interlocução e curadoria para instituições como os Centros Culturais Banco do Nordeste, Instituto de Arte e Cultura do Ceará – IACC (Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, Centro Cultural Bom Jardim e Escola Porto Iracema das Artes), Mapa Produções (Teatro Riachuelo/Natal RN) e SESC. Fez também produções locais de diversos espetáculos teatrais. Trabalhou no Grupo de Teatro Clowns de Shakespeare, de Natal/RN, na área de gestão cultural, no período de outubro de 2012 a março de 2013, e participou de estágio junto ao Grupo Galpão e Galpão Cine Horto, em Belo Horizonte. Atualmente, trabalha na área de produção do Barracão Teatro, de Campinas, São Paulo.

É autor de artigos com participação em encontros e revistas de pesquisa nacionais e internacionais. Em 2011, lançou o livro “De quem é a cena? A regulamentação do exercício amador e profissional de atores e atrizes”, pela La Barca Editora, contemplada na categoria pesquisa pelo Edital da Artes 2009, da Secretaria de Cultura do Estado do Ceará, e menção honrosa conferida pela Universidade de Fortaleza.

Foi curador da área de artes cênicas do Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza, e professor dos cursos de Licenciatura em Teatro do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará e da Universidade Federal do Ceará, e do curso de Rádio, Tv e Internet, da Fanor DeVry.

Foto: Facebook

João Fontenele


João Fontenele é um ator acarauense, integrante do coletivo artístico "Controversa Coletivo", onde pesquisa inquietações sociais e a relação de convivência entre as pessoas. Já foi residente circense, no Circo "Crescer e Viver", participou do projeto CLAVE, onde pesquisou a linguagem do cinema, experiência compartilhada no morro do Vidigal, RJ. Atuou no longa-metragem "Vende-se essa moto", com estréia prevista para 2017. Atuou em 15 espetáculos e 6 curtas-metragens. É estudante de Comunicação Social, com habilidade em Publicidade e Propaganda.

Foto:Facebook